Mineração
tal como esta na mina de minério do ferro
de Ferteco perto de Congonhas é comum ao longo
de todo estado de Minas Gerais. A mineração
foi baseada no trabalho escravo e foi bem controlada
pelas autoridades portuguesas que deslocaram a capital
da colônia ao porto do Rio de Janeiro para
facilitar o envio de ouro e para administrar melhor
a exploração desta enorme riqueza.
As técnicas de mineração eram
primitivas, na maioria [pron do dos] dos casos ecologicamente
destrutivas ao garimpo, e a produtividade declinou
rapidamente
nos campos do ouro. Como a fonte de ouro e de diamantes
diminuiu, os portuguêses tentaram manter sua
renda da região impondo regulamentos e uma
variedade dos impostos, além de exigências
que estimularam o descontentamento local. Em 1789,
Vila Rica (Ouro Preto) testemunhou o desenvolvimento
da Inconfidência Mineira, uma conspiração
intelectual baseada nas idéias das revoluções
Francesa e Americana, que procuraram a liberdade
do domínio português. A Inconfidência
foi descoberta pela coroa portuguesa, e os conspiradores
executados ou exilados. O líder da conspiração,
Tiradentes (Joaquim José da Silva Xavier),
foi enforcado e esquartejado. O ouro é minado
ainda hoje em Minas Gerais e o estado produz também
um grande número pedras preciosas. O mais
importante, entretanto, é a produção
do minério de ferro e dos outros minerais
tais como o manganês e a bauxita.