A
empregada doméstica ou babá é frequentemente
a segunda "mãe" de muitas famílias
brasileiras. Era comum durante o período colonial,
e mesmo por muito tempo depois, que amas africanas
alimentassem no peito e criassem as crianças
do "mestre" junto com suas próprias.
Homens de todas as classes tinham escravas africanas
e índias como amantes e concubinas e as crianças
de tais uniões eram criadas freqüentemente
como membros da família.